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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
2008/2009
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sábado, 13 de dezembro de 2008
Os desabores da vida
Conceitos retirados do dicionário Aurélio e dicionário On-line:
Solidão - E estado do que se encontra ou vive só; situação ou sensação de quem vive isolado numa comunidade.
Tristeza- qualidade ou estado de triste; consternação; dó; aspecto que revela mágoa ou aflição; melancolia; angústia.
Depressão - abatimento físico ou moral.
Decepção- ato ou efeito de enganar; surpresa desagradável; logro; desilusão.
Dor - sofrimento físico ou moral; mágoa, aflição; pesar; dó; condolência, piedade; remorso.
Morte - ato de morrer; fim da vida animal ou vegetal; termo de existência; acabamento.



FIM
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
O silêncio é preocupante
Vocês, doidos que ainda perdem tempo lendo isso aqui, conhecem os deputados estaduais que hoje ocupam a Assembléia Legislativa? Vocês sabem que é o atual presidente daquela casa? E o que foi eleito para tomar posse ano que vem? Provavelmente as respostas são não. Isso me preocupa.
E devemos levar em consideração dois fatos para esse “sumiço” da Assembléia do foco da mídia. Primeiro: a famosa falta de memória do brasileiro. Como a maioria não se lembra em quem votou como vai cobrar alguma coisa? Se não cobram as coisas correm soltas (como estão correndo). Segundamente: essa legislatura é muito ruim, mas muito ruim mesmo. E em terra de cego em tem um olho é rei, por isso que os calejados Jardel Sebba e Helder Valin brincam de fazer política na Assembléia.
A complacência observada nos últimos anos dentro da Assembléia é algo que o governador adora, mas para nós, meros eleitores, isso é motivo de alerta. E eu sei que esse texto não vai mudar nada, mas sou da teoria “faça sua parte”. Atente-se amigo, ou será que tão fracos políticos realmente te representam?
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Crônica de uma despedida
Ainda me lembro da cena: meus amigos se entreolhavam cabisbaixos e falavam consigo mesmos: “Como isso foi acontecer? Ele era tão jovem!”. A minha despedida foi discreta, mas foi comovente para aquelas pessoas mais próximas. Meu pai? Ninguém o tinha avisado. Minha mãe? Essa estava alheia à situação, como se ainda não tivesse entendido. Meus amigos? Ah, esses sim! Em seus olhares era possível ver o esboço de saudade que começava a se formar.
O ambiente dispensava velas e coroas de flores. O silêncio por si só revelava o clima tenso que pairava no ar. Se minha mãe pudesse falar uma última coisa pra mim, certamente diria algo como: “Eu falei que você nunca deveria ter feito isso”. Sua intolerância não poupava ninguém, nem na mais mórbida situação. Por cobrar demais de mim, acabei me afastando dela e substituindo o colo materno pelo ombro dos amigos.
A cada dia eu fazia um amigo novo. Eram amigos da faculdade, do trabalho, do passado, da rua. Enfim, eram amigos. Não que eu fosse uma pessoa fácil, que se entregava a estranhos sem receios, mas eu me apaixonava pelas singularidades de cada pessoa e as transformava em alvos de minha admiração. Talvez seja por isso que eles foram os que mais se abalaram com a notícia. A pergunta em suas mentes ainda não se calava: “Como isso foi acontecer? Ele era tão jovem!”.
Durante toda a minha vida sempre fui de lua. Em certos dias preferia a vivacidade do vermelho, em outros dias me alegrava com o brilho do amarelo, ou, quem sabe, com a profundidade do azul. De vez em quando escutava e mostrava pros meus amigos como o pagode podia ser poeticamente rico. Também o fazia com o sertanejo. Às vezes, fechava os olhos e começava a filosofar sobre o rock das décadas de 50, 60 e 70. E, como não podia deixar de ser, compartilhava os meus devaneios com todos.
Foi com os meus amigos que aprendi a tocar a campainha e sair correndo. Também me ensinaram que solidão não é estar sozinho, é estar no meio de mil pessoas e sentir falta de uma e que bom mesmo são as coisas pequenas da vida. Frequentemente, eles me convidavam para lugares onde eu não queria entrar. Mostravam-me coisas engraçadas; coisas tristes e os mais diversos tipos de coisas.
Com muitas dessas pessoas eu compartilhei sorrisos e lágrimas; dividi momentos; registrei-os em fotos e mostrei pra todo mundo. Pra muitas dessas pessoas eu mostrei um pedaço da minha personalidade e, no outro dia, eu mostrei outro pedaço, e outro, e outro, e outro. Demorei anos pra chegar onde estava e, em poucos segundos, tudo se foi. Os amigos ficaram pra trás. As histórias se perderam no esquecimento. E o que restou foi apenas o olhar triste de todos, se perguntando como aquilo tinha acontecido.
Se eu pudesse voltar no tempo, faria tudo de novo, mas agora é tarde. Ainda me lembro com dor no peito como foi triste apagar meu Orkut.
Por Lucas F. Bauduíno
sábado, 15 de novembro de 2008
Estou ficando cansado...
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Mas as vezes tudo é como queremos
Nada, absolutamente nada, surge do próprio nada. Essa é uma lição que, penso eu, devemos carregar. Tudo tem um porque, mesmo que este não esteja aparente. Talvez é o tal do destino agindo. Temos apenas que deixar os momentos acontecerem, se sobreporem a ultrajada razão.
Disso tudo é que surgem os momentos inesqueciveis de nossa curta existência. Dae resta a nós sabermos se queremos estender ou não esses momentos, se isso vale a pena e blá blá blá... Mas eu continuo achando que o mais importante é chegar ao fim de tudo tendo a convicção de que fizeste o melhor. Sempre lute para ser o melhor!
Eu tentei fazer e ser o melhor de mim, não sei se foi suficiente. But let's go baby, um dia eu acabo descobrindo. E se isso não acontecer hoje a culpa não é minha nem sua. É apenas o destino.

