quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

2008/2009

É...lá se foi mais um ano. Por sinal um bom ano, julgo eu. Muitas coisas boas me aconteceram. Coisas ruins também, é claro. Muitas coisas boas aconteceram a meus amigos, ruins também. Muitas coisas boas aconteceram no mundo, ruins também.

Nem longe isso aqui será uma retrospectiva. Apenas vagas lembranças de um bom ano. (eu sei que estou escrevendo muito sobre eu mesmo nesse blog, mas...)

Primeiro quesito, Profissional: cara, como eu ralei esse ano! Foram três meses trabalhando de domingo a domingo, não foi fácil. Mas se fosse fácil chamava brincadeira. Aprendi muito, profissionalmente falando. Grandes mestres apareceram no meu caminho. É verdade, que não estou terminando o ano como planejei, mas "as pedras do caminho a gente chuta, é super natural, não deixo abaixar minha moral".

Familia: no sentido mais egoísta da palavra (só mãe e irmã), até que foi tudo bem. Brigas acontecem, e dependendo do momento eu até as aprecio. Talvez o mais legal tenha sido a aproximação do paipai. Mas no sentido mais amplo da palavra foi um ano complicadinho. Problemas aqui, ali, aculá...mas nada que não possa ser superado, e vai ser, pode crer!

Natação: O Jub's foi mara. Nada mais a declarar.

Ela: ahhhhh...ela foi a melhor coisa do meu ano. Me fez recuperar um eu que estava escondido, muito bem escondido. Ela sabe disso, ela sabe o quanto eu gosto dela, ela é mais do que uma namorada, é uma mulher imprescindível!

2009? Boa pergunta. Claro que tenho metas e objetivos. Claro que não vou alcançar todas, é elementar. Mas creio em um ano melhor do que 2008. Será (ou é) meu último ano de faculdade, isso devéras me assusta. Esse blog, eu já comentei isso, nasceu de uma obrigatoriedade acadêmica, mas até que eu tou gostando. E ele estará comigo em 2009.

Um excelente ano novo para tu. Que seja repleto de saúde, felicidade, paz e realizações.


;**

sábado, 13 de dezembro de 2008

Os desabores da vida

É variável?Sim!

Conceitos retirados do dicionário Aurélio e dicionário On-line:


Solidão - E estado do que se encontra ou vive só; situação ou sensação de quem vive isolado numa comunidade.

Tristeza- qualidade ou estado de triste; consternação; dó; aspecto que revela mágoa ou aflição; melancolia; angústia.


Depressão -
abatimento físico ou moral.


Decepção- ato ou efeito de enganar; surpresa desagradável; logro; desilusão.


Dor - sofrimento físico ou moral; mágoa, aflição; pesar; dó; condolência, piedade; remorso.


Morte - ato de morrer; fim da vida animal ou vegetal; termo de existência; acabamento.



FIM

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

O silêncio é preocupante

Eu sei que esse mês de Dezembro é época de falarmos de coisas benevolentes, bonitas e emocionantes. Mas, pela segunda vez na história deste blog, me deu vontade de falar sobre algo mais ou menos sério.

Vocês, doidos que ainda perdem tempo lendo isso aqui, conhecem os deputados estaduais que hoje ocupam a Assembléia Legislativa? Vocês sabem que é o atual presidente daquela casa? E o que foi eleito para tomar posse ano que vem? Provavelmente as respostas são não. Isso me preocupa.

E devemos levar em consideração dois fatos para esse “sumiço” da Assembléia do foco da mídia. Primeiro: a famosa falta de memória do brasileiro. Como a maioria não se lembra em quem votou como vai cobrar alguma coisa? Se não cobram as coisas correm soltas (como estão correndo). Segundamente: essa legislatura é muito ruim, mas muito ruim mesmo. E em terra de cego em tem um olho é rei, por isso que os calejados Jardel Sebba e Helder Valin brincam de fazer política na Assembléia.

A complacência observada nos últimos anos dentro da Assembléia é algo que o governador adora, mas para nós, meros eleitores, isso é motivo de alerta. E eu sei que esse texto não vai mudar nada, mas sou da teoria “faça sua parte”. Atente-se amigo, ou será que tão fracos políticos realmente te representam?

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Crônica de uma despedida

Ainda me lembro da cena: meus amigos se entreolhavam cabisbaixos e falavam consigo mesmos: “Como isso foi acontecer? Ele era tão jovem!”. A minha despedida foi discreta, mas foi comovente para aquelas pessoas mais próximas. Meu pai? Ninguém o tinha avisado. Minha mãe? Essa estava alheia à situação, como se ainda não tivesse entendido. Meus amigos? Ah, esses sim! Em seus olhares era possível ver o esboço de saudade que começava a se formar.


O ambiente dispensava velas e coroas de flores. O silêncio por si só revelava o clima tenso que pairava no ar. Se minha mãe pudesse falar uma última coisa pra mim, certamente diria algo como: “Eu falei que você nunca deveria ter feito isso”. Sua intolerância não poupava ninguém, nem na mais mórbida situação. Por cobrar demais de mim, acabei me afastando dela e substituindo o colo materno pelo ombro dos amigos.

A cada dia eu fazia um amigo novo. Eram amigos da faculdade, do trabalho, do passado, da rua. Enfim, eram amigos. Não que eu fosse uma pessoa fácil, que se entregava a estranhos sem receios, mas eu me apaixonava pelas singularidades de cada pessoa e as transformava em alvos de minha admiração. Talvez seja por isso que eles foram os que mais se abalaram com a notícia. A pergunta em suas mentes ainda não se calava: “Como isso foi acontecer? Ele era tão jovem!”.

Durante toda a minha vida sempre fui de lua. Em certos dias preferia a vivacidade do vermelho, em outros dias me alegrava com o brilho do amarelo, ou, quem sabe, com a profundidade do azul. De vez em quando escutava e mostrava pros meus amigos como o pagode podia ser poeticamente rico. Também o fazia com o sertanejo. Às vezes, fechava os olhos e começava a filosofar sobre o rock das décadas de 50, 60 e 70. E, como não podia deixar de ser, compartilhava os meus devaneios com todos.


Foi com os meus amigos que aprendi a tocar a campainha e sair correndo. Também me ensinaram que solidão não é estar sozinho, é estar no meio de mil pessoas e sentir falta de uma e que bom mesmo são as coisas pequenas da vida. Frequentemente, eles me convidavam para lugares onde eu não queria entrar. Mostravam-me coisas engraçadas; coisas tristes e os mais diversos tipos de coisas.


Com muitas dessas pessoas eu compartilhei sorrisos e lágrimas; dividi momentos; registrei-os em fotos e mostrei pra todo mundo. Pra muitas dessas pessoas eu mostrei um pedaço da minha personalidade e, no outro dia, eu mostrei outro pedaço, e outro, e outro, e outro. Demorei anos pra chegar onde estava e, em poucos segundos, tudo se foi. Os amigos ficaram pra trás. As histórias se perderam no esquecimento. E o que restou foi apenas o olhar triste de todos, se perguntando como aquilo tinha acontecido.


Se eu pudesse voltar no tempo, faria tudo de novo, mas agora é tarde. Ainda me lembro com dor no peito como foi triste apagar meu Orkut.


Por Lucas F. Bauduíno

sábado, 15 de novembro de 2008

Estou ficando cansado...

Adoro futebol. Além de ser algo intríseco na cultura nacional, é uma paixão que surgiu em 97. No auge dos meus míseros nove anos de idade fui apresentado ao Serra Dourada, meu templo, e ao Goiás Esporte Clube, meu amor. De lá para cá chorei, sorri, tomei chuva, tomei sol, me envolvi em brigas e tentei apaziguar outras. Viajei, conheci outras cidades e estádios, outros times, outras seleções...enfim, me tornei um viciado por futebol.


Há cerca de dois anos o futebol deixou de ser meramente uma paixão e tornou-se meu ganha pão. Primeiramente como repórter do Portal Esmeraldino, depois na equipe de esportes da Tv Anhanguera. E foi nessas duas experiências profissionais que eu realmente conheci o futebol. Que decepção!


Não dá para descrever tudo aqui, não seria ético também. Mas é uma situação constragedora ir para o Serra trabalhar, ver torcedores empolgados, confiantes que o time fará um bom jogo, e você sabe que o time não jogará bem, falando em bom português,você sabe que o jogo foi comprado. É difícil assistir um São Paulo x Botafogo, e ver o trio de arbitragem meter a mão no time carioca. Ali quem entende minimamente de futebol percebeu que o título de campeão brasileiro de futebol em 2008 já tem dono. E não faz muito tempo que um outro time da capital paulista sagrou-se campeão utilizando o mesmo artifício.


E coitado do torcedor comum (como eu fui até dois anos atrás). Ele pensa que os jogadores se doam em campo, que sempre estão dispostos a vencer. Jogador de futebol é o ser humano mais depravado que conheço. Eles são muito piores que os políticos, por exemplo. Por que futebol é paixão, sentimento sem controle. E todos aprendemos muito cedo que não devemos brincar com sentimento de ninguém. Mas esses filhos da puta esquecem disso assim que calçam as chuteiras.


Isso aqui está muito mais para um desabafo do que para um texto. Mas estou me cansando de tudo isso! Talvez o mais indignante seja não poder sair gritando aos quatro ventos o que se passa nos bastidores das empresas, chamadas clubes de futebol. Mas eu só quero dizer a você, torcedor, não se mate mais por futebol. Valorize seu tempo, seu dinheiro. Futebol é bom, você pode gostar de futebol. Mas tenha a consciência que o futebol não está nem ai para você!

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Mas as vezes tudo é como queremos

Sei lá quantos posts atrás eu disse que nem tudo é como nós queremos. E citei alguns fatores que me levam a acreditar nisso. Um deles, talvez o principal, seja o destino. E foi esse santo, ou maldito, sei lá o que. Enfim, foi o destino que me provou que, as vezes, as coisas podem dar certo.

Nada, absolutamente nada, surge do próprio nada. Essa é uma lição que, penso eu, devemos carregar. Tudo tem um porque, mesmo que este não esteja aparente. Talvez é o tal do destino agindo. Temos apenas que deixar os momentos acontecerem, se sobreporem a ultrajada razão.

Disso tudo é que surgem os momentos inesqueciveis de nossa curta existência. Dae resta a nós sabermos se queremos estender ou não esses momentos, se isso vale a pena e blá blá blá... Mas eu continuo achando que o mais importante é chegar ao fim de tudo tendo a convicção de que fizeste o melhor. Sempre lute para ser o melhor!

Eu tentei fazer e ser o melhor de mim, não sei se foi suficiente. But let's go baby, um dia eu acabo descobrindo. E se isso não acontecer hoje a culpa não é minha nem sua. É apenas o destino.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Seja o que Obama quiser


Bem vindo, não quer você precise disso.

Boa sorte, disso sim você vai precisar, de muita por sinal.

Tire as tropas do Iraque, seje homem para isso.

Crie novos Phelps, é só manter a estrutura.

Por fim, parabéns Barack Obama, tu é foda!

domingo, 2 de novembro de 2008

Massa é igual a Hamilton


Hamilton e Massa são iguais. O título conquistado pelo inglês hoje não se deu porque um é melhor que o outro, mas sim por conta da maior eficiência da McLaren diante a Ferrari.

O campeonato, penso eu, não foi decidido hoje. Nos dois primeiros GP’s o brasileiro não pontuou, isso fez uma puta diferença. Depois veio o mais surreal de tudo: erros

grotescos da Ferrari. Para quem viu esses mecânicos na era Schumacher foi difícil ver Massa preso a uma mangueira de reabastecimento. Ali visualizamos não só uma corrida, mas o trabalho de todo um ano ir pelo cano, ou pela mangueira. Talvez nessas três corridas onde a escuderia italiana errou Hamilton tenha tido a certeza de que, além de ser um excelente piloto, tinha a equipe mais constante a seu lado.

O piloto inglês tem seus méritos, evidentemente. Mas que ele contou com uma boa colaboração da Ferrari isso ninguém pode negar. Hamilton deixou o titulo escapar de 2007 no mesmo circuito de Interlagos, e por pouco o raio não caiu duas vezes no mesmo lugar. Glock não teve culpa, foi sorte de Hamilton e azar de Massa, coisas do esporte. Aliás, existe sim um culpado pela não vitória de Massa: Ferrari!

O mais importante de tudo isso é que hoje o brasileiro sabe que tem por quem torcer na Fórmula 1. Voltaremos a assistir e nos emocionar aos domingos. Que saudade eu estava de ouvir o idiota do Galvão gritar o nome de um brasileiro tão forte na F1.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Nem tudo é como queremos

De fato nunca fui de acreditar muito nessas coisas de destino, sempre achei que nós fazemos nosso futuro. Mas tem aqueles dias em que você muda totalmente de teorias, que nada mais faz sentido e tu vai buscar respostas em outros cantos.

Se não aconteceu é porque não era para acontecer! A única coisa que podemos fazer é chegar ao final de cada batalha (ou qualquer outra nomenclatura que você queria utilizar) sabendo que fizemos nosso melhor. Esse sentimento de dever cumprido talvez seja muito mais importante do que a satisfação de ter conseguido o objetivo.

Obviamente se ficares somente a tentar e nunca alcançar nada é porque algo de errado existe. Mas perder é normal meus caros. Infelizmente somente nos últimos tempos tenho enxergado isso. E não se perde por ser ruim, fraco, incapaz. Se perde porque alguém tem que perder e dessa vez fomos nós. E isso não implica, necessariamente, que haverá um vencedor. As vezes ninguém ganha. Engraçado isso né? Engraçado, porém real. A vida não é um esporte onde sempre teremos o medalha de ouro. Muitas vezes todo mundo perde, em outras situações encontram-se mais de um vencedor.

E mais um detalhe: lembra da nomenclatura “batalha”? Sabe por que o gosto dela? Ela transmite uma idéia de serviço inacabado. Segundo o velho dito popular “eu perdi a batalha, mas não a guerra”. Acredito que esse espírito persistente possa fazer a diferença entre o melhor e o que é apenas bom. Mas lembre-se: existem coisas que estão fora do alcance de nós, meros mortais.

E sim, começo a acreditar que o destino existe. Mas não custa nada tentar fazer com que ele jogue a seu favor!

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Um texto a quatro mãos

Ainda falta pouco menos de um ano e meio. Ou seja, lá se foram três anos, nove meses e dez dias. Ao final disso tudo, muitas coisas ficarão gravadas. Mas algumas delas já foram escritas.

Janeiro de 2006. Éramos 42. Hoje somos apenas 13. Talvez até o final de 2009 nem isso. Muita gente passou por nossa turma nesse tempo. Algumas delas deixaram suas histórias. Vamos relatar algumas.

No mesmo semestre em que começamos o nosso curso de jornalismo, aconteceu nosso primeiro fato épico. Um professor ateu e um aluno cristão protestante. Já dá pra imaginar o nível da discussão... Inesquecível, tanto para os cristãos quanto para os não cristãos.

Inesquecível o dia em que nossos amigos vomitaram por causa de uma bebida não convencional no 2° período. Nenhum deles nunca mais quis saber de Ypioca. E também no 2° conhecemos a música que hoje é nosso hino: Ah Wilson Vai! Ainda bem que o Alexandre já tinha saído da faculdade.

No 3°, fomos apresentados a ninguém mais ninguém menos do que o senhor Fayol (não querem que eu soletre né?). Experiência inesquecível, só não nos pergunte o que ele afirmava em sua teoria.

O 4°, sem trocadilhos por favor, nada além de um churrasco bem sucedido. Quer dizer, tivemos crises existenciais de namoradas (agora ex). Mas preferimos não discorrer sobre tal episodio. É necessário dizer apenas que a cerveja estava estupidamente gelada, e somente isso é inesquecível.

No período seguinte, nenhum churrasco bem sucedido, mas muitas cervejas geladas para suportar aquele que foi denominado, carinhosamente, como “o quinto dos infernos”. E, como amigos que somos, não desejamos um semestre tão filho da puta para ninguém.

Hoje vivemos uma realidade desconhecida no 6°. Uma ociosidade jamais vista na turma 2006/1 de jornalismo. Sabemos que nos próximos dois períodos um pesadelo chamado monografia irá nos assombrar.

Mas essa é uma história ainda a ser escrita, quem sabe, também, a quatro mãos.

Eu não escrevi essa porcaria sozinho, foi junto com meu brother Zé, dono de www.coisasqueeuqueriadizer.blogspot.com.

sábado, 20 de setembro de 2008

Todos são heróis

Tenho visto muita gente criticar os meios de comunicação pelo fato da falta de cobertura nas Para-Olimpíadas. E a argumentação costuma ser a mesma: eles sim são heróis, pois superam seus limites. Pois bem, devo discordar da grande maioria dos brasileiros.

Não estou aqui para tirar o mérito de nossos atletas para-olímpicos, muito pelo contrário, sou fã deles. Genericamente, todos possuem uma história de vida sofrida, e enfrentam diversas dificuldades para obter seus índices ou vagas na maior competição mundial. Treinar é algo monotono, chato mesmo. Imagina passar quatro anos treinando em busca da perfeição em uma único torneio? Na boa, só quem foi ou é atleta olímpico pode nos descrever essa situação. Agora imagina isso tudo somando-se uma deficiência física ou mental. Desculpe-me senhoras e senhores pelo palavreado, mas é foda!

Porém, um detalhe, deficiente compete com deficiente, e pessoas totalmente perfeitas competem com outras pessoas perfeitas. Isso é fato!

Então, cada macaco no seu galho. E sim, os nossos atletas "normais" também são heróis. Se você acha que não experimente abdicar da sua vida por conta de um esporte. Experimente deixar de ver seus filhos crescerem por conta de um esporte. Experimente passar horas e horas do seu dia sentindo dores por conta de um esporte. Experiemente deixar de comer todas as guloseimas que você adora por um esporte.

E sabe a qual conclusão você vai chegar ao fim de tudo isso? Ou se ama o esporte ou é impossível realizar o sonho de todo atleta. Ou se sofre muito ou nadica de nada de Olimpíada. Ou você é um herói ou você não é um atleta.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

O dom da sobriedade (parte II)

Lembra que no texto passado falei que a sobriedade nos faz perceber alguns detalhes que passam batidos quando estamos bêbados? Pois bem, isso ta começando a ficar rotineiro e engraçado.



Primeiramente quero demonstrar minha indignação com a imensidão de compromissos sociais que estão me aparecendo nesse meu momento sóbrio. Penso que todo mundo resolveu dar festas e churrascos só porque sabem que eu não vou poder tomar nadinha. Mas eu já falei, dia 1° de dezembro logo chega...



Eu continuo indo aos churrascos, festas e afins. Agora bebendo coca-cola. Mas preciso crer que não sou tão ridículo quando bebo quanto o pessoal que eu tenho visto por ai. Parece-me que o povo perde o senso das coisas. Não conseguem conversar de forma adequada, começam a falar umas asneiras que de tão idiotas ficam engraçadas. Outro dia estava numa festinha onde estavam também umas gêmeas verdadeiramente belas. Me pareciam até abertas a uma ficada e tals. Mas os caras insistiam pelo lado errado da coisa. Isso tudo graças ao bendito (leia-se maldito nesse caso) álcool. Acho desnecessário comentar o resultado né?



Eu vi ali todos os erros que eu cometo quando não estou sóbrio (logo estou bêbado). Talvez eu esteja começando a gostar de não beber. Isso vai me ajudar muito daqui pra frente. Mas confesso que não está fácil meus caros. Já não agüento mais ver coca na minha frente. Viva a variedade do La Fruit!



Ficam então umas dicas aos meus estimados amigos: não tratem as mulheres como uma garrafa de vodka, muito menos de cerveja. Não pense que é só você que quer somente uma ficada rápida. E, principalmente, você não é o melhor cara do mundo!

sábado, 6 de setembro de 2008

O dom da sobriedade

Não me responsabilizo pela qualidade dos textos postados nesse blog. E sim, eu mesmo vou continuar escrevendo, mas agora de uma maneira diferente, a qual escrevi somente um ou dois textos até o presente momento. A partir de hoje até o dia 30 de novembro escreverei tudo no meu estado sóbrio. Pode parecer besteira, mas acredito que vocês notarão muita diferença.


Desde o dia 1º de setembro até o dia 30 de novembro estarei em recesso alcoólico. Não pense que me sinto bem com isso, mas é ócio do ofício. Acho que a única pessoa que está comemorando essa minha fase é o Zé. Tadinho, não aguentava mais beber todo santo dia. Férias para o fígado!


Não é a primeira vez que faço isso, creio que não será a última. Porém é a mais longa até hoje. E essas duas primeiras semanas são terríveis. A vontade de beber é forte, contudo suportável. Eu sei que tem muita gente por ai apostando que não vou conseguir. Pobres mortais, vão perder seus míseros centavos...


Como disse ali em cima, essa “dieta” não é fácil. Ontem mesmo fui a uns barzinhos. Todo garçom que trazia cerveja para a mesa colocava um copo para mim. Todo mundo me olhava quando eu pedia um refrigerante ou uma água com gás. Chegaram a insolência de pedir leite com toddy para eu tomar. Mas pode esperar, dia 1º de dezembro já já chega e eu vou descontar tudo isso. O pior de tudo foi chegar casa por volta de 4h30 da manhã sóbrio. Foi uma experiência nova, e eu não gostei muito.


Mas analisando friamente depois eu vi que não foi uma noite totalmente perdida. Quando se está bêbado deixa-se escapar certos detalhes que mais tarde podem fazer toda diferença. E qual o resultado desse turbilhão de coisas? A sobriedade é um dom, meus jovens. Conseguir ficar sério nesse mundo tão voraz não é para qualquer um. Por isso peço uma salva de palmas aos que são ou estão sóbrios!

sábado, 30 de agosto de 2008

Eu vi Phelps


Galvão Bueno fala milhares de besteiras quando tenta comentar quaisquer competições esportivas. Mas em algo devo concordar com ele: vimos Phelps fazer história. Ele é o maior atleta olímpico de todos os tempos. Isso é uma verdade irrefutável.

Michel Phelps é um ser anormal. Tem um pé do tamanho de um pé de pato (artifício utilizado por nadadores durante treinamento), tem as pernas mais curtas, o que facilita sua hidrodinâmica, tem os pulmões maiores do que o normal, isso auxilia na sua flutuabilidade. Resumindo, ele é quase um ser humano feito em laboratório.

Phelps esteve na sua primeira Olimpíada em 2000, em Sidney. Naquela oportunidade o norte americano tinha 15 anos. Foi para ser campeão dos 200 borboleta. Por questões psicológicas, o até então desconhecido Michael Phelps, acabou na 5ª posição. Mal sabia o mundo o que iria acontecer nos próximos oito anos.

Ele foi a Athenas e ficou com seis ouros, uma prata e um bronze. O sonho e bater o recorde de sete medalhas de ouro da lenda Mark Spitz havia sido adiado. A imprensa lamentou, muitos desportistas lamentaram. Mas Phelps não! Disse não se importar com isso e seguiu sua linha de treinamento (pelo menos aparentemente). Ele cometeu erros graves, como quando foi preso embriagado dirigindo seu carro. Ian Thorpe, para mim nadador mais técnico dos últimos 15 anos, chegou a criticar muito Phelps por tal atitude.

Eis que Michael Phelps se reservou para o Cubo D’água. E lá ele só não fez chover. Contou com a colaboração de Jason Lesak no 4x100 livre. Mas isso é detalhe, o que todos vão lembrar é das suas oito medalhas de ouro, dos seus oito recordes mundiais. E do IMBATÍVEL MICHAEL PHELPS nas Olimpíadas de Pequim 2008.

sábado, 2 de agosto de 2008

Minha velha infância

Ser nostálgico nem sempre é bom. Você pode se tornar prisioneiro de momentos vividos e que, normalmente, ficaram lá atrás, sem nenhuma perspectiva de retorno. Mas (sempre tem esse maldito “mas” nos meus textos), tem algo melhor do que sentar com um velho amigo numa sexta-feira à noite, beber 10 cervejas e relembrar seu ensino fundamental? Não, não tem...

Muita gente passa pelas nossas vidas, muitos momentos que parecem ser bobos e efêmeros acabam ficando marcados justamente por essa espécie de inocência que nos cerca quando somos crianças. Eu iria escrever adolescente, mas lembrei que ainda me considero um. E dentre essas pessoas e momentos fica a primeira namorada, o primeiro beijo escondido atrás da sala de aula. E quando você roubou o anel da sua mãe para tentar impressionar a garota? O pior de tudo é quando isso da errado...

Quantas e quantas tardes juntos, fingindo fazer o trabalho de Geografia. Na verdade o assunto são os novos jogos de vídeo game, a próxima capa da playboy... O futebol nas aulas de Educação Física, cinco para cada lado, às vezes até rolava apostar uma coca-cola dois litros. E pensar que tudo que somos hoje está direta ou indiretamente ligado a aquela maldita conversa na fila da cantina, a aquela cantada super mal dada, mas que por incrível que pareça deu certo. Mas mesmo quando não da certo você aprende o que não deve falar. E a gente acaba lembrando de quando nossa maior preocupação era a prova de matemática. Se as contas de telefone ou de água estão atrasadas pouco importa. Muito mais importante que isso é saber qual a música da moda, qual o filme da sessão da tarde, o que ela respondeu no caderno de perguntas da menina da sua sala. Hoje isso nem existe mais, o Orkut te conta tudo.

Doce infância...outro dia meu brother Zé escreveu em seu blog (coisasqueeuqueriadizer.blogspot.com) um texto falando da sua bela infância na fria Anápolis. Isso me fez relembrar tanta coisa...as visitas ao Planetário com a escola, as horas em cima do pé de manga com eu primo fantasiando futuros namoros, as tardes de sono, os primeiros capítulos de Malhação. Nada isso faz parte do meu cotidiano hoje, e fico triste por isso. Parte da identidade criada na infância se perde com a hipocrisia e idiotice dos adultos, talvez por isso eu insista em dizer que ainda sou adolescente.

Hoje apenas sinto saudade de não ter responsabilidades, de jogar bola todo dia, de tremer ao ver a menina entrando na escola...saudade de ser criança, de viver com inocência. Melhor, saudade da época em que eu realmente vivia.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Um dia (talvez) eu fui bom nisso...

Há algumas semanas conversava com um amigo que não vejo tem um tempinho. Ele é alguns anos mais velhos que eu, sempre foi o pegador da galera. Dae eu perguntei como estavam as gurias e ele me disse "já estou naquela fase de dizer: um dia eu fui bom nisso". Achei um tremendo exagero. Oras, um rapaz de 26 anos dizer isso...não entrava na minha cabeça. Hoje eu entendi o que ele sente, o que ele quis dizer.

Os anos se vão e com eles perdemos muitas de nossas habilidades juvenis. Mas parece que insistimos em não acreditar nisso. Queremos continuar com o pique dos nossos 17 anos, beber como nos 18, ter mulheres como nos 20. E não é bem assim que a banda toca, para nossa tristeza, é claro. É de se considerar também algumas melhorias, não somos tão ágeis como outrora, mas com o tempo e a experiência ficamos mais hábeis. Nossas características mudam, ontem éramos os melhores em alguma coisa, hoje alguém nos superou...é a lei da vida meus caros.


Mas tudo isso pode ser apenas uma fase, podemos voltar a ser bons. Tem uma série de coisas que levam os seres humanos a passar por fases ruins. Trabalho, faculdade, vida afetiva, e mais uma pá de coisas. Eu não vou ficar aqui enumerando as lamúrias humanas. É preciso um tanto quanto de sensibilidade para identificar se é fase, ou se já e foi o seu tempo.Mas posso dizer-lhes: nada está tão ruim que não possa piorar.

Talvez, ou quase com certeza, logo mais me arrependerei de escrever isso, mas...

Viva, como se fosse o último minuto. Ame, como se fosse a última vez. E beba como se fosse a primeira, porque devéras, um dia será.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Felicidade Realista (Mário Quintana)

A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.
Belo Texto de Mário Quintana.

sábado, 12 de julho de 2008

Espertinho hein...

Não sei porque, mas deu vontade de escrever algo mais ou menos sério.

Nosso estimado prefeito Iris Rezende segue os passos de querido presidente da República, Lula. Como assim? Lula disputou em 89 com Collor, perdeu. Disputou com FHC em 94 e 98, perdeu. Veio a vencer José Serra em 2002. Insistência? Também. Contudo, Lula percebeu que jamais seria presidente desse país se continuasse com a imagem de um ex-metalurgico do ABC, barbudo, que fala e se veste mal. Eis que ele contratou Duda Mendonça, fez a barba e comprou meia dúzia de ternos. Pimba! Ele venceu até com certa facilidade. Reeleito mais facilmente ainda. Precisou agradar os homens e mulheres lá de cima.

Iris não tem uma história de tantas derrotas. Já foi governador, senador e blá blá blá. Iris foi, ou é tudo, menos idiota. Ele sempre soube que tem o apoio das classes menos favorecidas (tal qual Lula), mas a repulsa nas classes A e B, talvez até na C. O que fazer? Do que as classes mais favorecidas mais se gabam? Cultura. Então vamos investir em cultura. Ele reformou os mercados populares. No da rua 74, acontecem shows de terça a sábado. Estilos musicais variados, ambiente bem frequentado...Depois ele criou o Goiânia Canto de Ouro, um festival onde cantam exclusivamente artistas goianos, e também foi organizado por goianos, mais uma boa cartada. Para arrematar a parte cultural, ele deu início ao Chorinho, que começou na calçada do Grande Hotel e hoje ocupa também uma das pistas da Avenida Goiás.

Mas só isso basta? Que nada seu Iris, onde está a sua "expiriência"? O trânsito em Goiânia está ruim, muitos carros, os mais ricos estão reclamando do tempo que perdem dentro de seus luxuosos veículos. O que fazer? Viadutos na região sul da capital, nobre prefeito. Bingoooooo!!!!! O da praça do Ratinho já funciona a todo vapor, o da Br-153 (perto de faculdades particulares, inclusive a minha) está parado, porque a Unip resolveu empombar, mas meu amigo Iris vai resolver, tenho certeza. O mais legal, da praça do Chafariz, trânsito mais foda de Goiânia, T-63 com 85...da-lhe outro viaduto. E você não há de ver que esse tem previsão de conclusão em Outubro. O que tem em Outubro? Nada de muito importante, só as eleições...


Nunca votei e não pretendo votar em Iris, mas admiro políticos que pensam a política, que são hábeis. E isso ele é. Aí surge a pergunta: Iris será reeleito? Eu respondo com outra pergunta: Será que ele leva essa logo no primeiro turno????????

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Eu não podia morrer sem ver isso!

Muito trabalho, final de semestre na faculdade e JUB’s. Esses são os fatores que me levaram a ficar tanto tempo sem postar. Peço desculpa as centenas de milhares de pessoas que lêem esse blog. Mas vamos aos assuntos principais.
O mar de cima...ahhh o mar visto de cima é outra coisa. Ele é bonito e hipnotizante de qualquer ponto de vista, com chuva ou sol, calmo ou bravo. Mas, meus caros, ver aquela imensidão de água por cima é diferente. As nuvens mais parecem floquinhos dentro d’água. Ver um rio desaguando...são imagens que não pretendo descartar tão cedo. Para meu azar a câmera fotográfica estava na mala que eu despachei, por isso não consegui registrar esse belo momento. Eu não podia morrer sem ver aquilo!
Acho que deu para perceber que fiquei encantado com a visão aérea do mar. Contudo, já em Maceió, algo me encantou mais ainda. Logo que cheguei fiquei observando, buscando com um olhar raio-x as mulheres mais belas que lá estavam. E eu as encontrei no lugar mais óbvio possível: no refeitório. Ora bolas, lá era o único lugar em que todas as delegações, de todos os esportes, se encontravam. Santo handball feminino do Rio Grande do Sul. Eram umas 12 eu acho, 12 mulheres lindas!!!! A euforia masculina girou o Brasil inteiro, tanto que, quando as belas jogadoras entravam no refeitório o único som que se ouvia era dos aplausos ecoados por atletas de diferentes modalidades, de norte ao próprio sul do país. Se uma delas se levantava para buscar a sobremesa ou um talher, quase levava o pescoço de todos os homens, e ganhava aplausos também, é claro.
Manhã de sexta-feira, estávamos eu e Andrei na praia em frente ao Hotel Ritz Lagoa da Anta, onde ficava o refeitório. O resto da galera tinha ido competir, decidimos ir caminhando pela orla até lá e aproveitar um pouco da praia, por sinal foi à última vez durante o dia que estivemos na praia. Mas enfim, o Andrei foi de sunga, deu uns mergulhos, eu fiquei na areia, pensando em algumas coisas e algumas pessoas. Tomamos uma água de coco gelada e tals. De repente, olho para minha esquerda e quem eu vejo????????Sim sim, as musas do JUB’s 2008. Todas de biquíni, aquelas peles bem branquinhas, já ficando avermelhadas por conta do sol alagoano. Foi rápido, algumas deram um mergulho, outras compraram umas paradas de hippie, tiraram uma foto e se foram. Mas eu lhes digo, foi uma visão do paraíso. Ainda tive o prazer de topar com elas no refeitório na sexta a noite, mas a imagem delas na praia foi a que marcou. E, na boa, eu não podia morrer sem ver isso!!!!!!

segunda-feira, 23 de junho de 2008

A maldição do Jornalista

A Maldição do jornalistaConta a lenda que, quando Deus liberou para os homens o conhecimento sobre como ser jornalista, determinou que aquele "saber" iria ficar restrito a um grupo muito pequeno e selecionado. Mas, neste pequeno grupo, onde todos se achavam "Semi-Deuses", já havia aquele que iria trair as determinações divinas. Então, aconteceu o pior !!!!Deus, aborrecido com a traição, resolveu fazer valer alguns mandamentos:
1º Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental;
2º Não verás teu filho crescer;
3º Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga;
4º Terás gastrite, se tiveres sorte. Se for como os demais terás úlcera;
5º A pressa será teu único amigo e as suas refeições principais serão os lanches, as pizzas e o "China in Box";
6º Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrarem cabelos;
7º Tua sanidade mental será posta em cheque antes que completes cinco anos de trabalho;
8º Dormir será considerado período de folga, logo, não dormirás;
9º Trabalho será teu assunto preferido, talvez o único;
10º A máquina de café será a tua melhor colega de trabalho, porém, a cafeína não te fará mais efeito;
11º Terás sonhos, com clientes, e não raro, resolverás problemas de trabalho neste período de sono;
12º Exibirás olheiras como troféus de guerra;
13º E, o pior... Inexplicavelmente gostarás de tudo isso...

quarta-feira, 18 de junho de 2008

"Quando eu quero mais eu vou pra Goiás"


Primeiramente quero dizer que não gosto de sertanejo, mas me fiz desse trecho de uma música daquele estilo para ilustrar quão bem a Cidade de Goiás me faz.


Não há nada mais divertido do que correr nas ruas de pedra morrendo de medo de cair. Eu parecia uma criança aprendendo a andar. Como diz o povo do Toma lá da cá, foi Mara! Só cheguei em Goiás no sábado a noite, mas foram as melhores horas desse ano. Conheci pessoas novas, quer dizer, estudamos na mesma faculdade há no minímo um ano e meio, mas eu nunca tinha os visto. O mais engraçado é que agora topo com eles de 5 em 5 minutos. Estreitei amizades, revi uma moça que não via tinha uma cara...enfim, sai da rotina monótona. Ahhhhh, sair da rotina, se eu pudesse fazer isso toda semana acho que não teria metade das angústias que tenho.


Pois bem, vamos aos relatos. Tava muito frio, isso impossibilitou que eu e o Renato ficássemos bêbados no sábado a noite. Melhor assim, porque desse jeito posso me lembrar mais nitidamente do show do Cachorro Grande, eita trem bão sô! O do Casa Bizantina também foi agradável. Contudo, o melhor do sábado foi o seguinte diálogo: "Você tá rindo ou chorando? ahh, nuuumm seiii". Mas domingo já acordamos e vinte minutos depois estávamos tomando umas geladas. O caloteiro do Israel ficou me devendo duas por sinal. Depois aquele riozinho paia. Foi muito chato. O jogo daquilo que chamam de seleção eu prefiro não comentar. Ai veio a coletiva com o Luiz Melodia. Só eu e o Israel sabemos o medo que passamos, mas foi divertido. Mas o Bar Meia Ponte nos reservava uma noite fria, porém agradável, as margens do Rio Vermelho. Outra passagem que merece destaque é o arremedo filme que fizemos, em breve posto ele aqui. As trelas no quarto domingo a noite...já bate aquela saudade


Resumidamente foi isso, claro que tem coisas que não podem ser reveladas. Faz parte do show! Só espero não morrer antes de reviver momentos como esses!



quarta-feira, 11 de junho de 2008

Dia Maldito!!!!!

Eu poderia escrever isso tudo em terceira pessoa, mas devido ao texto ai debaixo acho melhor não. Mas vamos ao que interessa...Eu odeio dia 12 de junho! Essa data me deprime. Vários são os motivos, o principal deles é o fato de em praticamente 20 anos de vida eu não ter passado nenhuma data dessas com uma namorada. E não pensem que é fácil escrever isso aqui, por mais que eu sabia que só umas duas ou três pessoas irão ler.
Tudo começou láááááá na sexta série, no auge dos meus 12 anos. Aconteceu o primeiro beijo, os primeiros rolinhos de escola e tudo mais. O tempo passou, eu cresci. Fui morar em Pires do Rio com meu pai. Lá aprendi tanta coisa...a beber, a fazer sexo, a trabalhar, a ter responsabilidade, a ser homem de verdade. Aprendi quase tudo, menos como ter uma mulher. Voltei para Goiânia e, infelizmente, em embrólio prosopopólio continuou. Muitas senhoritas já passaram, quer dizer, talvez não tenham sido tantas, sei lá. Até mesmo por que quantidade não significa qualidade. Mas enfim, eu a conheço, algumas eu até chego a conquistar, mas depois acontece algo que extrapola meu conhecimento. Já perdi horas de sono, de trabalho e até de treino pensando no que eu faço de errado para não conseguir me firmar com ninguém. Conclusão? As mais variadas que se pode imaginar. Dias depois vejo que são todas infundadas e patéticas. Ta aí, talvez eu seja patético, infundado, chato...
Ah que saudade dos tempos de Priscila, Eliane...é acho que só essas duas foram namoros de verdade, por mais que tenham durado ligeiros sete meses. Quão ridículo estou sendo nesse texto? Posso lhes prometer que só fico idiota assim uma vez no ano! Mas quando chega o tal 12 de Junho...Se você não me ver nessa data na faculdade, na rua, ou sei lá aonde, acredite: foi melhor para mim e para ti.
Se quiser ouvir uma boa música...http://br.youtube.com/watch?v=ST4IlZWqhbQ

terça-feira, 3 de junho de 2008

A tal terceira pessoa

Textos escritos em terceira pessoa são legais. Facilitam a leitura, a torna mais leve e dinâmica. Bons escritores adoram escrever de tal modo. Na maioria das vezes transferem para a tal terceira pessoa experiências próprias, que nem sempre são agradáveis.

"Ele chegou, ficou olhando a moça, mas não teve coragem de ir até lá", cria tipo rapaz. Foi tu quem se acovardou diante a situação e fica ai colocando culpa nos outros. "O primo do vizinho do amigo do meu cunhado..."quanto vazio.

Umas das coisas mais importantes do mundo é a auteticidade. Ninguém pode condenar-te por escrever assim, mas também não o poderiam se colocar que quem passou por aquilo tudo foi você mesmo. E ai podes pensar "mas é romântico!". Devo concordar que sim, mas tudo, até mesmo o sexo, em excesso faz mal. E, talvez, se você escrever algo direto, dando nome aos bois (ou vacas) a pessoa que você quer agradar se sinta mais lisonjeada ainda. Mas isso vai variar de acordo com a capacidade intelectual e emocional das pessoas com quem você se envolve. E também da sua, é claro!

sábado, 24 de maio de 2008

Jéfferson Péres


Jaz um político de verdade. José Jefferson Carpinteiro Péres, 76 anos, senador do PDT pelo Amazonas. O único resquício de política real no partido desde a morte de Brizola. Um amigo me mandou um link do youtube (segue abaixo) com um discurso do nobre senador no segundo semestre de 2006, meses após Roberto Jéfferson abrir a boca. São alguns minutos de uma fala emocionada, porém, embasada em uma experiência inquestionável de dezenas de anos na vida pública. Este blog não é nada, nem ninguém, para homenagear tão simbólico político. Mas fica um dos melhores discursos que o Senado já presenciou. www.youtube.com/watch?v=QhSeR-amXlQ


A única coisa que eu queria saber é o que vai ser feito do PDT...

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Recomeço

Toda vez começa por impulso. Toda vez eu levo na brincadeira. E toda vez eu recomeço...
Um dia eu aprendo que se eu levar um blog a sério as coisas ficam bem mais fáceis do que abrir um por ano.
Bem vindos ao lgaraujo!!!
Luís Gustavo de Araújo, estudante de jornalismo, apaixonado por esportes e política. Dependente de mãe, pai e irmã. Curte a faculdade, apesar de algumas decepções. Adora música.
Esse aí sou eu. O tema desse blog?Faz pergunta difícil não...só posso dizer que aqui você vai ver falar do Goiás, do Vila,de política, de natação, de mulheres, de homens, da faculdade, da família e quem mais eu achar que merece estar aqui.
Let's go!