quarta-feira, 30 de julho de 2008

Um dia (talvez) eu fui bom nisso...

Há algumas semanas conversava com um amigo que não vejo tem um tempinho. Ele é alguns anos mais velhos que eu, sempre foi o pegador da galera. Dae eu perguntei como estavam as gurias e ele me disse "já estou naquela fase de dizer: um dia eu fui bom nisso". Achei um tremendo exagero. Oras, um rapaz de 26 anos dizer isso...não entrava na minha cabeça. Hoje eu entendi o que ele sente, o que ele quis dizer.

Os anos se vão e com eles perdemos muitas de nossas habilidades juvenis. Mas parece que insistimos em não acreditar nisso. Queremos continuar com o pique dos nossos 17 anos, beber como nos 18, ter mulheres como nos 20. E não é bem assim que a banda toca, para nossa tristeza, é claro. É de se considerar também algumas melhorias, não somos tão ágeis como outrora, mas com o tempo e a experiência ficamos mais hábeis. Nossas características mudam, ontem éramos os melhores em alguma coisa, hoje alguém nos superou...é a lei da vida meus caros.


Mas tudo isso pode ser apenas uma fase, podemos voltar a ser bons. Tem uma série de coisas que levam os seres humanos a passar por fases ruins. Trabalho, faculdade, vida afetiva, e mais uma pá de coisas. Eu não vou ficar aqui enumerando as lamúrias humanas. É preciso um tanto quanto de sensibilidade para identificar se é fase, ou se já e foi o seu tempo.Mas posso dizer-lhes: nada está tão ruim que não possa piorar.

Talvez, ou quase com certeza, logo mais me arrependerei de escrever isso, mas...

Viva, como se fosse o último minuto. Ame, como se fosse a última vez. E beba como se fosse a primeira, porque devéras, um dia será.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Felicidade Realista (Mário Quintana)

A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.
Belo Texto de Mário Quintana.

sábado, 12 de julho de 2008

Espertinho hein...

Não sei porque, mas deu vontade de escrever algo mais ou menos sério.

Nosso estimado prefeito Iris Rezende segue os passos de querido presidente da República, Lula. Como assim? Lula disputou em 89 com Collor, perdeu. Disputou com FHC em 94 e 98, perdeu. Veio a vencer José Serra em 2002. Insistência? Também. Contudo, Lula percebeu que jamais seria presidente desse país se continuasse com a imagem de um ex-metalurgico do ABC, barbudo, que fala e se veste mal. Eis que ele contratou Duda Mendonça, fez a barba e comprou meia dúzia de ternos. Pimba! Ele venceu até com certa facilidade. Reeleito mais facilmente ainda. Precisou agradar os homens e mulheres lá de cima.

Iris não tem uma história de tantas derrotas. Já foi governador, senador e blá blá blá. Iris foi, ou é tudo, menos idiota. Ele sempre soube que tem o apoio das classes menos favorecidas (tal qual Lula), mas a repulsa nas classes A e B, talvez até na C. O que fazer? Do que as classes mais favorecidas mais se gabam? Cultura. Então vamos investir em cultura. Ele reformou os mercados populares. No da rua 74, acontecem shows de terça a sábado. Estilos musicais variados, ambiente bem frequentado...Depois ele criou o Goiânia Canto de Ouro, um festival onde cantam exclusivamente artistas goianos, e também foi organizado por goianos, mais uma boa cartada. Para arrematar a parte cultural, ele deu início ao Chorinho, que começou na calçada do Grande Hotel e hoje ocupa também uma das pistas da Avenida Goiás.

Mas só isso basta? Que nada seu Iris, onde está a sua "expiriência"? O trânsito em Goiânia está ruim, muitos carros, os mais ricos estão reclamando do tempo que perdem dentro de seus luxuosos veículos. O que fazer? Viadutos na região sul da capital, nobre prefeito. Bingoooooo!!!!! O da praça do Ratinho já funciona a todo vapor, o da Br-153 (perto de faculdades particulares, inclusive a minha) está parado, porque a Unip resolveu empombar, mas meu amigo Iris vai resolver, tenho certeza. O mais legal, da praça do Chafariz, trânsito mais foda de Goiânia, T-63 com 85...da-lhe outro viaduto. E você não há de ver que esse tem previsão de conclusão em Outubro. O que tem em Outubro? Nada de muito importante, só as eleições...


Nunca votei e não pretendo votar em Iris, mas admiro políticos que pensam a política, que são hábeis. E isso ele é. Aí surge a pergunta: Iris será reeleito? Eu respondo com outra pergunta: Será que ele leva essa logo no primeiro turno????????

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Eu não podia morrer sem ver isso!

Muito trabalho, final de semestre na faculdade e JUB’s. Esses são os fatores que me levaram a ficar tanto tempo sem postar. Peço desculpa as centenas de milhares de pessoas que lêem esse blog. Mas vamos aos assuntos principais.
O mar de cima...ahhh o mar visto de cima é outra coisa. Ele é bonito e hipnotizante de qualquer ponto de vista, com chuva ou sol, calmo ou bravo. Mas, meus caros, ver aquela imensidão de água por cima é diferente. As nuvens mais parecem floquinhos dentro d’água. Ver um rio desaguando...são imagens que não pretendo descartar tão cedo. Para meu azar a câmera fotográfica estava na mala que eu despachei, por isso não consegui registrar esse belo momento. Eu não podia morrer sem ver aquilo!
Acho que deu para perceber que fiquei encantado com a visão aérea do mar. Contudo, já em Maceió, algo me encantou mais ainda. Logo que cheguei fiquei observando, buscando com um olhar raio-x as mulheres mais belas que lá estavam. E eu as encontrei no lugar mais óbvio possível: no refeitório. Ora bolas, lá era o único lugar em que todas as delegações, de todos os esportes, se encontravam. Santo handball feminino do Rio Grande do Sul. Eram umas 12 eu acho, 12 mulheres lindas!!!! A euforia masculina girou o Brasil inteiro, tanto que, quando as belas jogadoras entravam no refeitório o único som que se ouvia era dos aplausos ecoados por atletas de diferentes modalidades, de norte ao próprio sul do país. Se uma delas se levantava para buscar a sobremesa ou um talher, quase levava o pescoço de todos os homens, e ganhava aplausos também, é claro.
Manhã de sexta-feira, estávamos eu e Andrei na praia em frente ao Hotel Ritz Lagoa da Anta, onde ficava o refeitório. O resto da galera tinha ido competir, decidimos ir caminhando pela orla até lá e aproveitar um pouco da praia, por sinal foi à última vez durante o dia que estivemos na praia. Mas enfim, o Andrei foi de sunga, deu uns mergulhos, eu fiquei na areia, pensando em algumas coisas e algumas pessoas. Tomamos uma água de coco gelada e tals. De repente, olho para minha esquerda e quem eu vejo????????Sim sim, as musas do JUB’s 2008. Todas de biquíni, aquelas peles bem branquinhas, já ficando avermelhadas por conta do sol alagoano. Foi rápido, algumas deram um mergulho, outras compraram umas paradas de hippie, tiraram uma foto e se foram. Mas eu lhes digo, foi uma visão do paraíso. Ainda tive o prazer de topar com elas no refeitório na sexta a noite, mas a imagem delas na praia foi a que marcou. E, na boa, eu não podia morrer sem ver isso!!!!!!