segunda-feira, 23 de junho de 2008

A maldição do Jornalista

A Maldição do jornalistaConta a lenda que, quando Deus liberou para os homens o conhecimento sobre como ser jornalista, determinou que aquele "saber" iria ficar restrito a um grupo muito pequeno e selecionado. Mas, neste pequeno grupo, onde todos se achavam "Semi-Deuses", já havia aquele que iria trair as determinações divinas. Então, aconteceu o pior !!!!Deus, aborrecido com a traição, resolveu fazer valer alguns mandamentos:
1º Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental;
2º Não verás teu filho crescer;
3º Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga;
4º Terás gastrite, se tiveres sorte. Se for como os demais terás úlcera;
5º A pressa será teu único amigo e as suas refeições principais serão os lanches, as pizzas e o "China in Box";
6º Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrarem cabelos;
7º Tua sanidade mental será posta em cheque antes que completes cinco anos de trabalho;
8º Dormir será considerado período de folga, logo, não dormirás;
9º Trabalho será teu assunto preferido, talvez o único;
10º A máquina de café será a tua melhor colega de trabalho, porém, a cafeína não te fará mais efeito;
11º Terás sonhos, com clientes, e não raro, resolverás problemas de trabalho neste período de sono;
12º Exibirás olheiras como troféus de guerra;
13º E, o pior... Inexplicavelmente gostarás de tudo isso...

quarta-feira, 18 de junho de 2008

"Quando eu quero mais eu vou pra Goiás"


Primeiramente quero dizer que não gosto de sertanejo, mas me fiz desse trecho de uma música daquele estilo para ilustrar quão bem a Cidade de Goiás me faz.


Não há nada mais divertido do que correr nas ruas de pedra morrendo de medo de cair. Eu parecia uma criança aprendendo a andar. Como diz o povo do Toma lá da cá, foi Mara! Só cheguei em Goiás no sábado a noite, mas foram as melhores horas desse ano. Conheci pessoas novas, quer dizer, estudamos na mesma faculdade há no minímo um ano e meio, mas eu nunca tinha os visto. O mais engraçado é que agora topo com eles de 5 em 5 minutos. Estreitei amizades, revi uma moça que não via tinha uma cara...enfim, sai da rotina monótona. Ahhhhh, sair da rotina, se eu pudesse fazer isso toda semana acho que não teria metade das angústias que tenho.


Pois bem, vamos aos relatos. Tava muito frio, isso impossibilitou que eu e o Renato ficássemos bêbados no sábado a noite. Melhor assim, porque desse jeito posso me lembrar mais nitidamente do show do Cachorro Grande, eita trem bão sô! O do Casa Bizantina também foi agradável. Contudo, o melhor do sábado foi o seguinte diálogo: "Você tá rindo ou chorando? ahh, nuuumm seiii". Mas domingo já acordamos e vinte minutos depois estávamos tomando umas geladas. O caloteiro do Israel ficou me devendo duas por sinal. Depois aquele riozinho paia. Foi muito chato. O jogo daquilo que chamam de seleção eu prefiro não comentar. Ai veio a coletiva com o Luiz Melodia. Só eu e o Israel sabemos o medo que passamos, mas foi divertido. Mas o Bar Meia Ponte nos reservava uma noite fria, porém agradável, as margens do Rio Vermelho. Outra passagem que merece destaque é o arremedo filme que fizemos, em breve posto ele aqui. As trelas no quarto domingo a noite...já bate aquela saudade


Resumidamente foi isso, claro que tem coisas que não podem ser reveladas. Faz parte do show! Só espero não morrer antes de reviver momentos como esses!



quarta-feira, 11 de junho de 2008

Dia Maldito!!!!!

Eu poderia escrever isso tudo em terceira pessoa, mas devido ao texto ai debaixo acho melhor não. Mas vamos ao que interessa...Eu odeio dia 12 de junho! Essa data me deprime. Vários são os motivos, o principal deles é o fato de em praticamente 20 anos de vida eu não ter passado nenhuma data dessas com uma namorada. E não pensem que é fácil escrever isso aqui, por mais que eu sabia que só umas duas ou três pessoas irão ler.
Tudo começou láááááá na sexta série, no auge dos meus 12 anos. Aconteceu o primeiro beijo, os primeiros rolinhos de escola e tudo mais. O tempo passou, eu cresci. Fui morar em Pires do Rio com meu pai. Lá aprendi tanta coisa...a beber, a fazer sexo, a trabalhar, a ter responsabilidade, a ser homem de verdade. Aprendi quase tudo, menos como ter uma mulher. Voltei para Goiânia e, infelizmente, em embrólio prosopopólio continuou. Muitas senhoritas já passaram, quer dizer, talvez não tenham sido tantas, sei lá. Até mesmo por que quantidade não significa qualidade. Mas enfim, eu a conheço, algumas eu até chego a conquistar, mas depois acontece algo que extrapola meu conhecimento. Já perdi horas de sono, de trabalho e até de treino pensando no que eu faço de errado para não conseguir me firmar com ninguém. Conclusão? As mais variadas que se pode imaginar. Dias depois vejo que são todas infundadas e patéticas. Ta aí, talvez eu seja patético, infundado, chato...
Ah que saudade dos tempos de Priscila, Eliane...é acho que só essas duas foram namoros de verdade, por mais que tenham durado ligeiros sete meses. Quão ridículo estou sendo nesse texto? Posso lhes prometer que só fico idiota assim uma vez no ano! Mas quando chega o tal 12 de Junho...Se você não me ver nessa data na faculdade, na rua, ou sei lá aonde, acredite: foi melhor para mim e para ti.
Se quiser ouvir uma boa música...http://br.youtube.com/watch?v=ST4IlZWqhbQ

terça-feira, 3 de junho de 2008

A tal terceira pessoa

Textos escritos em terceira pessoa são legais. Facilitam a leitura, a torna mais leve e dinâmica. Bons escritores adoram escrever de tal modo. Na maioria das vezes transferem para a tal terceira pessoa experiências próprias, que nem sempre são agradáveis.

"Ele chegou, ficou olhando a moça, mas não teve coragem de ir até lá", cria tipo rapaz. Foi tu quem se acovardou diante a situação e fica ai colocando culpa nos outros. "O primo do vizinho do amigo do meu cunhado..."quanto vazio.

Umas das coisas mais importantes do mundo é a auteticidade. Ninguém pode condenar-te por escrever assim, mas também não o poderiam se colocar que quem passou por aquilo tudo foi você mesmo. E ai podes pensar "mas é romântico!". Devo concordar que sim, mas tudo, até mesmo o sexo, em excesso faz mal. E, talvez, se você escrever algo direto, dando nome aos bois (ou vacas) a pessoa que você quer agradar se sinta mais lisonjeada ainda. Mas isso vai variar de acordo com a capacidade intelectual e emocional das pessoas com quem você se envolve. E também da sua, é claro!