terça-feira, 11 de novembro de 2008

Mas as vezes tudo é como queremos

Sei lá quantos posts atrás eu disse que nem tudo é como nós queremos. E citei alguns fatores que me levam a acreditar nisso. Um deles, talvez o principal, seja o destino. E foi esse santo, ou maldito, sei lá o que. Enfim, foi o destino que me provou que, as vezes, as coisas podem dar certo.

Nada, absolutamente nada, surge do próprio nada. Essa é uma lição que, penso eu, devemos carregar. Tudo tem um porque, mesmo que este não esteja aparente. Talvez é o tal do destino agindo. Temos apenas que deixar os momentos acontecerem, se sobreporem a ultrajada razão.

Disso tudo é que surgem os momentos inesqueciveis de nossa curta existência. Dae resta a nós sabermos se queremos estender ou não esses momentos, se isso vale a pena e blá blá blá... Mas eu continuo achando que o mais importante é chegar ao fim de tudo tendo a convicção de que fizeste o melhor. Sempre lute para ser o melhor!

Eu tentei fazer e ser o melhor de mim, não sei se foi suficiente. But let's go baby, um dia eu acabo descobrindo. E se isso não acontecer hoje a culpa não é minha nem sua. É apenas o destino.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Seja o que Obama quiser


Bem vindo, não quer você precise disso.

Boa sorte, disso sim você vai precisar, de muita por sinal.

Tire as tropas do Iraque, seje homem para isso.

Crie novos Phelps, é só manter a estrutura.

Por fim, parabéns Barack Obama, tu é foda!

domingo, 2 de novembro de 2008

Massa é igual a Hamilton


Hamilton e Massa são iguais. O título conquistado pelo inglês hoje não se deu porque um é melhor que o outro, mas sim por conta da maior eficiência da McLaren diante a Ferrari.

O campeonato, penso eu, não foi decidido hoje. Nos dois primeiros GP’s o brasileiro não pontuou, isso fez uma puta diferença. Depois veio o mais surreal de tudo: erros

grotescos da Ferrari. Para quem viu esses mecânicos na era Schumacher foi difícil ver Massa preso a uma mangueira de reabastecimento. Ali visualizamos não só uma corrida, mas o trabalho de todo um ano ir pelo cano, ou pela mangueira. Talvez nessas três corridas onde a escuderia italiana errou Hamilton tenha tido a certeza de que, além de ser um excelente piloto, tinha a equipe mais constante a seu lado.

O piloto inglês tem seus méritos, evidentemente. Mas que ele contou com uma boa colaboração da Ferrari isso ninguém pode negar. Hamilton deixou o titulo escapar de 2007 no mesmo circuito de Interlagos, e por pouco o raio não caiu duas vezes no mesmo lugar. Glock não teve culpa, foi sorte de Hamilton e azar de Massa, coisas do esporte. Aliás, existe sim um culpado pela não vitória de Massa: Ferrari!

O mais importante de tudo isso é que hoje o brasileiro sabe que tem por quem torcer na Fórmula 1. Voltaremos a assistir e nos emocionar aos domingos. Que saudade eu estava de ouvir o idiota do Galvão gritar o nome de um brasileiro tão forte na F1.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Nem tudo é como queremos

De fato nunca fui de acreditar muito nessas coisas de destino, sempre achei que nós fazemos nosso futuro. Mas tem aqueles dias em que você muda totalmente de teorias, que nada mais faz sentido e tu vai buscar respostas em outros cantos.

Se não aconteceu é porque não era para acontecer! A única coisa que podemos fazer é chegar ao final de cada batalha (ou qualquer outra nomenclatura que você queria utilizar) sabendo que fizemos nosso melhor. Esse sentimento de dever cumprido talvez seja muito mais importante do que a satisfação de ter conseguido o objetivo.

Obviamente se ficares somente a tentar e nunca alcançar nada é porque algo de errado existe. Mas perder é normal meus caros. Infelizmente somente nos últimos tempos tenho enxergado isso. E não se perde por ser ruim, fraco, incapaz. Se perde porque alguém tem que perder e dessa vez fomos nós. E isso não implica, necessariamente, que haverá um vencedor. As vezes ninguém ganha. Engraçado isso né? Engraçado, porém real. A vida não é um esporte onde sempre teremos o medalha de ouro. Muitas vezes todo mundo perde, em outras situações encontram-se mais de um vencedor.

E mais um detalhe: lembra da nomenclatura “batalha”? Sabe por que o gosto dela? Ela transmite uma idéia de serviço inacabado. Segundo o velho dito popular “eu perdi a batalha, mas não a guerra”. Acredito que esse espírito persistente possa fazer a diferença entre o melhor e o que é apenas bom. Mas lembre-se: existem coisas que estão fora do alcance de nós, meros mortais.

E sim, começo a acreditar que o destino existe. Mas não custa nada tentar fazer com que ele jogue a seu favor!

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Um texto a quatro mãos

Ainda falta pouco menos de um ano e meio. Ou seja, lá se foram três anos, nove meses e dez dias. Ao final disso tudo, muitas coisas ficarão gravadas. Mas algumas delas já foram escritas.

Janeiro de 2006. Éramos 42. Hoje somos apenas 13. Talvez até o final de 2009 nem isso. Muita gente passou por nossa turma nesse tempo. Algumas delas deixaram suas histórias. Vamos relatar algumas.

No mesmo semestre em que começamos o nosso curso de jornalismo, aconteceu nosso primeiro fato épico. Um professor ateu e um aluno cristão protestante. Já dá pra imaginar o nível da discussão... Inesquecível, tanto para os cristãos quanto para os não cristãos.

Inesquecível o dia em que nossos amigos vomitaram por causa de uma bebida não convencional no 2° período. Nenhum deles nunca mais quis saber de Ypioca. E também no 2° conhecemos a música que hoje é nosso hino: Ah Wilson Vai! Ainda bem que o Alexandre já tinha saído da faculdade.

No 3°, fomos apresentados a ninguém mais ninguém menos do que o senhor Fayol (não querem que eu soletre né?). Experiência inesquecível, só não nos pergunte o que ele afirmava em sua teoria.

O 4°, sem trocadilhos por favor, nada além de um churrasco bem sucedido. Quer dizer, tivemos crises existenciais de namoradas (agora ex). Mas preferimos não discorrer sobre tal episodio. É necessário dizer apenas que a cerveja estava estupidamente gelada, e somente isso é inesquecível.

No período seguinte, nenhum churrasco bem sucedido, mas muitas cervejas geladas para suportar aquele que foi denominado, carinhosamente, como “o quinto dos infernos”. E, como amigos que somos, não desejamos um semestre tão filho da puta para ninguém.

Hoje vivemos uma realidade desconhecida no 6°. Uma ociosidade jamais vista na turma 2006/1 de jornalismo. Sabemos que nos próximos dois períodos um pesadelo chamado monografia irá nos assombrar.

Mas essa é uma história ainda a ser escrita, quem sabe, também, a quatro mãos.

Eu não escrevi essa porcaria sozinho, foi junto com meu brother Zé, dono de www.coisasqueeuqueriadizer.blogspot.com.

sábado, 20 de setembro de 2008

Todos são heróis

Tenho visto muita gente criticar os meios de comunicação pelo fato da falta de cobertura nas Para-Olimpíadas. E a argumentação costuma ser a mesma: eles sim são heróis, pois superam seus limites. Pois bem, devo discordar da grande maioria dos brasileiros.

Não estou aqui para tirar o mérito de nossos atletas para-olímpicos, muito pelo contrário, sou fã deles. Genericamente, todos possuem uma história de vida sofrida, e enfrentam diversas dificuldades para obter seus índices ou vagas na maior competição mundial. Treinar é algo monotono, chato mesmo. Imagina passar quatro anos treinando em busca da perfeição em uma único torneio? Na boa, só quem foi ou é atleta olímpico pode nos descrever essa situação. Agora imagina isso tudo somando-se uma deficiência física ou mental. Desculpe-me senhoras e senhores pelo palavreado, mas é foda!

Porém, um detalhe, deficiente compete com deficiente, e pessoas totalmente perfeitas competem com outras pessoas perfeitas. Isso é fato!

Então, cada macaco no seu galho. E sim, os nossos atletas "normais" também são heróis. Se você acha que não experimente abdicar da sua vida por conta de um esporte. Experimente deixar de ver seus filhos crescerem por conta de um esporte. Experimente passar horas e horas do seu dia sentindo dores por conta de um esporte. Experiemente deixar de comer todas as guloseimas que você adora por um esporte.

E sabe a qual conclusão você vai chegar ao fim de tudo isso? Ou se ama o esporte ou é impossível realizar o sonho de todo atleta. Ou se sofre muito ou nadica de nada de Olimpíada. Ou você é um herói ou você não é um atleta.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

O dom da sobriedade (parte II)

Lembra que no texto passado falei que a sobriedade nos faz perceber alguns detalhes que passam batidos quando estamos bêbados? Pois bem, isso ta começando a ficar rotineiro e engraçado.



Primeiramente quero demonstrar minha indignação com a imensidão de compromissos sociais que estão me aparecendo nesse meu momento sóbrio. Penso que todo mundo resolveu dar festas e churrascos só porque sabem que eu não vou poder tomar nadinha. Mas eu já falei, dia 1° de dezembro logo chega...



Eu continuo indo aos churrascos, festas e afins. Agora bebendo coca-cola. Mas preciso crer que não sou tão ridículo quando bebo quanto o pessoal que eu tenho visto por ai. Parece-me que o povo perde o senso das coisas. Não conseguem conversar de forma adequada, começam a falar umas asneiras que de tão idiotas ficam engraçadas. Outro dia estava numa festinha onde estavam também umas gêmeas verdadeiramente belas. Me pareciam até abertas a uma ficada e tals. Mas os caras insistiam pelo lado errado da coisa. Isso tudo graças ao bendito (leia-se maldito nesse caso) álcool. Acho desnecessário comentar o resultado né?



Eu vi ali todos os erros que eu cometo quando não estou sóbrio (logo estou bêbado). Talvez eu esteja começando a gostar de não beber. Isso vai me ajudar muito daqui pra frente. Mas confesso que não está fácil meus caros. Já não agüento mais ver coca na minha frente. Viva a variedade do La Fruit!



Ficam então umas dicas aos meus estimados amigos: não tratem as mulheres como uma garrafa de vodka, muito menos de cerveja. Não pense que é só você que quer somente uma ficada rápida. E, principalmente, você não é o melhor cara do mundo!