
Bem vindo, não quer você precise disso.
Boa sorte, disso sim você vai precisar, de muita por sinal.
Tire as tropas do Iraque, seje homem para isso.
Crie novos Phelps, é só manter a estrutura.
Por fim, parabéns Barack Obama, tu é foda!
Hamilton e Massa são iguais. O título conquistado pelo inglês hoje não se deu porque um é melhor que o outro, mas sim por conta da maior eficiência da McLaren diante a Ferrari.
O campeonato, penso eu, não foi decidido hoje. Nos dois primeiros GP’s o brasileiro não pontuou, isso fez uma puta diferença. Depois veio o mais surreal de tudo: erros
grotescos da Ferrari. Para quem viu esses mecânicos na era Schumacher foi difícil ver Massa preso a uma mangueira de reabastecimento. Ali visualizamos não só uma corrida, mas o trabalho de todo um ano ir pelo cano, ou pela mangueira. Talvez nessas três corridas onde a escuderia italiana errou Hamilton tenha tido a certeza de que, além de ser um excelente piloto, tinha a equipe mais constante a seu lado.
O piloto inglês tem seus méritos, evidentemente. Mas que ele contou com uma boa colaboração da Ferrari isso ninguém pode negar. Hamilton deixou o titulo escapar de 2007 no mesmo circuito de Interlagos, e por pouco o raio não caiu duas vezes no mesmo lugar. Glock não teve culpa, foi sorte de Hamilton e azar de Massa, coisas do esporte. Aliás, existe sim um culpado pela não vitória de Massa: Ferrari!
O mais importante de tudo isso é que hoje o brasileiro sabe que tem por quem torcer na Fórmula 1. Voltaremos a assistir e nos emocionar aos domingos. Que saudade eu estava de ouvir o idiota do Galvão gritar o nome de um brasileiro tão forte na F1.
Ainda falta pouco menos de um ano e meio. Ou seja, lá se foram três anos, nove meses e dez dias. Ao final disso tudo, muitas coisas ficarão gravadas. Mas algumas delas já foram escritas.
Janeiro de 2006. Éramos 42. Hoje somos apenas 13. Talvez até o final de 2009 nem isso. Muita gente passou por nossa turma nesse tempo. Algumas delas deixaram suas histórias. Vamos relatar algumas.
No mesmo semestre em que começamos o nosso curso de jornalismo, aconteceu nosso primeiro fato épico. Um professor ateu e um aluno cristão protestante. Já dá pra imaginar o nível da discussão... Inesquecível, tanto para os cristãos quanto para os não cristãos.
Inesquecível o dia em que nossos amigos vomitaram por causa de uma bebida não convencional no 2° período. Nenhum deles nunca mais quis saber de Ypioca. E também no 2° conhecemos a música que hoje é nosso hino: Ah Wilson Vai! Ainda bem que o Alexandre já tinha saído da faculdade.
No 3°, fomos apresentados a ninguém mais ninguém menos do que o senhor Fayol (não querem que eu soletre né?). Experiência inesquecível, só não nos pergunte o que ele afirmava em sua teoria.
O 4°, sem trocadilhos por favor, nada além de um churrasco bem sucedido. Quer dizer, tivemos crises existenciais de namoradas (agora ex). Mas preferimos não discorrer sobre tal episodio. É necessário dizer apenas que a cerveja estava estupidamente gelada, e somente isso é inesquecível.
No período seguinte, nenhum churrasco bem sucedido, mas muitas cervejas geladas para suportar aquele que foi denominado, carinhosamente, como “o quinto dos infernos”. E, como amigos que somos, não desejamos um semestre tão filho da puta para ninguém.
Hoje vivemos uma realidade desconhecida no 6°. Uma ociosidade jamais vista na turma 2006/1 de jornalismo. Sabemos que nos próximos dois períodos um pesadelo chamado monografia irá nos assombrar.
Mas essa é uma história ainda a ser escrita, quem sabe, também, a quatro mãos.
Eu não escrevi essa porcaria sozinho, foi junto com meu brother Zé, dono de www.coisasqueeuqueriadizer.blogspot.com.
Lembra que no texto passado falei que a sobriedade nos faz perceber alguns detalhes que passam batidos quando estamos bêbados? Pois bem, isso ta começando a ficar rotineiro e engraçado.
Primeiramente quero demonstrar minha indignação com a imensidão de compromissos sociais que estão me aparecendo nesse meu momento sóbrio. Penso que todo mundo resolveu dar festas e churrascos só porque sabem que eu não vou poder tomar nadinha. Mas eu já falei, dia 1° de dezembro logo chega...
Eu continuo indo aos churrascos, festas e afins. Agora bebendo coca-cola. Mas preciso crer que não sou tão ridículo quando bebo quanto o pessoal que eu tenho visto por ai. Parece-me que o povo perde o senso das coisas. Não conseguem conversar de forma adequada, começam a falar umas asneiras que de tão idiotas ficam engraçadas. Outro dia estava numa festinha onde estavam também umas gêmeas verdadeiramente belas. Me pareciam até abertas a uma ficada e tals. Mas os caras insistiam pelo lado errado da coisa. Isso tudo graças ao bendito (leia-se maldito nesse caso) álcool. Acho desnecessário comentar o resultado né?
Eu vi ali todos os erros que eu cometo quando não estou sóbrio (logo estou bêbado). Talvez eu esteja começando a gostar de não beber. Isso vai me ajudar muito daqui pra frente. Mas confesso que não está fácil meus caros. Já não agüento mais ver coca na minha frente. Viva a variedade do
Ficam então umas dicas aos meus estimados amigos: não tratem as mulheres como uma garrafa de vodka, muito menos de cerveja. Não pense que é só você que quer somente uma ficada rápida. E, principalmente, você não é o melhor cara do mundo!
Não me responsabilizo pela qualidade dos textos postados nesse blog. E sim, eu mesmo vou continuar escrevendo, mas agora de uma maneira diferente, a qual escrevi somente um ou dois textos até o presente momento. A partir de hoje até o dia 30 de novembro escreverei tudo no meu estado sóbrio. Pode parecer besteira, mas acredito que vocês notarão muita diferença.
Desde o dia 1º de setembro até o dia 30 de novembro estarei em recesso alcoólico. Não pense que me sinto bem com isso, mas é ócio do ofício. Acho que a única pessoa que está comemorando essa minha fase é o Zé. Tadinho, não aguentava mais beber todo santo dia. Férias para o fígado!
Não é a primeira vez que faço isso, creio que não será a última. Porém é a mais longa até hoje. E essas duas primeiras semanas são terríveis. A vontade de beber é forte, contudo suportável. Eu sei que tem muita gente por ai apostando que não vou conseguir. Pobres mortais, vão perder seus míseros centavos...
Como disse ali em cima, essa “dieta” não é fácil. Ontem mesmo fui a uns barzinhos. Todo garçom que trazia cerveja para a mesa colocava um copo para mim. Todo mundo me olhava quando eu pedia um refrigerante ou uma água com gás. Chegaram a insolência de pedir leite com toddy para eu tomar. Mas pode esperar, dia 1º de dezembro já já chega e eu vou descontar tudo isso. O pior de tudo foi chegar casa por volta de 4h30 da manhã sóbrio. Foi uma experiência nova, e eu não gostei muito.
Mas analisando friamente depois eu vi que não foi uma noite totalmente perdida. Quando se está bêbado deixa-se escapar certos detalhes que mais tarde podem fazer toda diferença. E qual o resultado desse turbilhão de coisas? A sobriedade é um dom, meus jovens. Conseguir ficar sério nesse mundo tão voraz não é para qualquer um. Por isso peço uma salva de palmas aos que são ou estão sóbrios!